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Pesquisa de Paternidade

  • infotest ADN
  • 28 de dez. de 2025
  • 4 min de leitura
Pesquisa de PaternidadePesquisa de Paternidade

Pesquisa de paternidade: que teste de ADN escolher para estabelecer uma ligação de filiação?


Tem dúvidas sobre uma ligação biológica entre uma criança e um pai presumido? Uma pesquisa de paternidade baseia-se numa análise genética comparativa para confirmar ou excluir uma filiação.


Este tipo de procedimento pode ser útil para:


  • esclarecer uma dúvida no seio da família,

  • confirmar uma filiação num contexto administrativo ou judicial,

  • reencontrar familiares biológicos.


Ao contrário dos testes de genealogia (que fornecem correspondências e percentagens de origens), uma pesquisa de paternidade necessita de comparar o ADN de duas pessoas ou mais para obter um resultado fiável.


Antes de encomendar, coloque-se três questões essenciais:


  • Quem está disponível para o teste de ADN?

  • Qual é a relação familiar exata entre os participantes?

  • Que teste de ADN é o mais adequado à situação?


Neste guia, encontrará as configurações possíveis, as condições a respeitar segundo os participantes, e os testes de ADN disponíveis.


Quem pode participar numa pesquisa de paternidade?


Para estabelecer uma filiação paterna, é necessário confrontar o ADN de várias pessoas. Segundo a sua situação, pode encontrar-se num destes perfis:


  • um homem,

  • uma mulher,

  • uma mulher grávida (caso do teste pré-natal).


Segundo os participantes disponíveis, a análise pode ser realizada com:


  • o pai presumido,

  • os seus irmãos e irmãs,

  • os seus avós,

  • uma tia ou um tio,

  • um primo direito.


Importante: em várias configurações (fraternidade, avós, avuncular, cromossoma X), é frequentemente recomendado adicionar a mãe biológica se estiver disponível. Isto pode melhorar a interpretação e a precisão.


Quais são as condições segundo o participante?


Teste de ADN com irmãos e irmãs


A análise genética pode realizar-se:

  • entre irmão e irmã,

  • entre irmãos,

  • entre irmãs.


Para uma pesquisa de paternidade, não é obrigatório que os irmãos e irmãs tenham a mesma mãe biológica.


Teste de ADN com os avós


Para fazer um teste de ADN entre um neto ou neta e os seus avós, existe uma regra essencial:


Os dois avós devem participar no teste.

Mesmo que certos laboratórios aceitem um teste com apenas um avô ou avó, esta configuração traz menos informações genéticas. O resultado será portanto geralmente menos fiável.

Outro ponto importante: os dois avós devem ser os pais biológicos do pai procurado.


Teste de ADN com uma tia ou um tio


Deve escolher um único participante: a sua tia ou o seu tio.

Testar os dois não é necessário para obter um bom resultado e pode fazê-lo pagar a análise duas vezes.

Condição indispensável: o participante deve ser um irmão ou irmã "completo" do pai presumido, ou seja, partilham os mesmos pais biológicos.


Análise com um primo direito (linhagem paterna)


Um teste genético com um primo direito pode ser realizado unicamente entre homens quando a comparação se apoia no cromossoma Y, transmitido de pai para filho.

Condição: o primo deve ser um descendente da linhagem masculina do seu avô (por exemplo o filho do seu tio, ou outro descendente masculino exclusivamente).


Que testes de ADN estão disponíveis para uma pesquisa de paternidade?


O laboratório escolherá (ou propor-lhe-á) o teste mais adequado segundo os participantes disponíveis.


O teste de paternidade (teste direto)


O teste de ADN de paternidade consiste em comparar o seu ADN com o de um pai presumido.

É a análise mais direta e mais fiável para confirmar uma ligação de filiação entre uma criança (rapariga ou rapaz) e o pai testado.

A mãe biológica não é obrigatória, mas pode participar.



Para verificar uma paternidade comum entre irmãos e irmãs, o teste de fraternidade pode ser uma opção.

Os resultados são frequentemente expressos em percentagem. Pode portanto ser útil adicionar mais de dois participantes para melhorar a precisão.

A adição da mãe biológica é frequentemente recomendada, sem ser obrigatória.



Este teste permite comparar o ADN dos netos com o dos avós.

Como o laboratório não tem o perfil do pai presumido, a adição da mãe biológica (se possível) pode melhorar a análise.

Condição chave: o teste só é considerado fiável se os dois avós participarem.



Este teste permite avaliar uma relação entre um sobrinho ou sobrinha e uma tia ou um tio.

Para reforçar a fiabilidade, pode ser interessante cruzar os géneros:

  • sobrinha com o tio,

  • sobrinho com a tia.

Os resultados são expressos em percentagem. Também aqui, a adição da mãe biológica é frequentemente aconselhada.



O teste do cromossoma Y pode ser tão fiável quanto um teste de paternidade em certas configurações.


Fornece uma resposta positiva ou negativa segundo a situação familiar.

Limite importante: este teste só pode ser realizado entre homens, para determinar se pertencem à mesma linhagem paterna.

Participantes possíveis:

  • pai presumido,

  • tios,

  • avô,

  • irmãos,

  • primo direito.



O teste do cromossoma X pode oferecer uma precisão elevada, comparável ao teste de paternidade ou ao teste do cromossoma Y, segundo os participantes.

Pode ser realizado:

  • entre irmãs,

  • ou entre a avó paterna e a sua neta.

Segundo o contexto, a adição da mãe biológica pode ajudar a obter resultados mais sólidos.



Este teste é realizado durante a gravidez.

Neste caso, é imperativo comparar o ADN do bebé (através da amostra materna) com o do pai presumido.

Nenhum outro membro da família pode substituir o pai presumido antes do nascimento.

Amostras solicitadas:

  • a mãe fornece uma amostra de sangue,

  • o pai fornece uma amostra salivar.



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